Michele, a minha babá

Essa história é um pouco freak, todos os meus amigos já sabem mas eu tenho que espalhar pro mundo o que essa amaldiçoada babá fez comigo.

Michele é o nome dela, na época ela tinha 18 anos, seios fartos e dentes grandes. Não lembro muito bem do rosto dela, mas lembro que ela é filha de uma amiga da minha mãe. Quando soube que a minha mãe estava precisando de uma babá de confiança, ela logo se candidatou a vaga.

MICHELE!
MICHELE!

–> Atenção! Os próximos parágrafos contém certo nível de sacanagem que pode ser perturbadora se não vista com humor <–

Algum dia de 1993, eu, no auge dos meus 3 anos de idade, brincava inocentemente com meus bonequinhos dos cavaleiros do zodíaco, enquanto a minha babá ficava no telefone ou comendo todo o meu sucrilhos durante a tarde.
Do nada, eu, criança comum, quis fazer uma barraca dentro do meu quarto. Mas como eu montaria aquela barraca gigante de lona que meu pai guardava no armário? Não havia possibilidade disso, então resolvi fazer a minha barraca do modo mais indígena existente (eu acho): Com cadeiras e um lençol.

Como fazer
Você precisará de:

  • 2 Cadeiras, sim, aquelas da mesa de jantar
  • Um lençol bem grande

Instruções:
Posicione as duas cadeiras paralelamente com um grande vão entre elas;

Agora jogue o lençol por cima. 😉

Depois de ter montado a minha barraquinha, carreguei minha caixa de brinquedos lá pra baixo e fiquei por lá. Depois fui buscar meu edredom e estendi no chão da barraca como se fosse um colchonete, depois peguei meu travesseiro e voltei pra barraca, no intuito de deitar e tirar minha sonequinha da tarde junto aos meus brinquedinhos.

Estava eu deitado desmanchando um shurato de borracha com os dentes, quando a Michele, minha babá, adentra ao meu quarto. Ouvi ela dizer meu nome duas vezes e eu, no desespero, fingi que estava dormindo. Michele, com fogo na periquita presumo eu, entra na minha barraca e deita-se ao meu lado.
Por alguns segundos ela ficou me olhando e, quando eu não conseguia mais fingir o sono, abri meus olhos com um sorriso envergonhado. Ela começou a alisar minhas pernas e eu sem entender a situação, comecei a rir. Ela me perguntou: Você gosta disso?
Eu sem saber do que ela estava falando, disse: Do que?
Ela, sem pensar duas vezes, abaixou um pouco o seu short e colocou a minha mão naquele mato de pêlos. Acreditem, era peluda DEMAIS!
Ela abaixou meu calçãozinho do cebolinha, pegou naquilo que era apenas o esboço dessa coisa gigante que eu carrego no meio das pernas no meu pintinho e começou a massageá-lo.

Adivinhem o que ela fez depois?
DDDDDD: O que foi que ela fez com você rafa?
Começou a friccionar sua bocha de pelos na minha vergonha.

Sim, meu querido, fiel e estimado leitor, ela o fez. Fiquei sem reação, estava eu tendo minha primeira relação sexual sem saber e o pior, sentindo nojo. Ela ficou fazendo isso por cerca de 5 minutos, não sei ao certo, naquela idade eu não tinha noção de tempo (até hoje não tenho). Depois ela saiu correndo da barraca e foi pro banheiro.

Continuei ali, brincando com meus bonequinhos, montando umas casinhas de lego até a minha mãe chegar.

Quando a minha mãe chegou, fui correndo dar um abraço nela como fazia todos os finais de tarde e depois contar o meu dia. Sim, eu fazia isso, fui uma criança super dotada, juro.
Quando a minha babá havia terminado de se arrumar para ir embora, eu contei pra minha mãe da “brincadeira nova” que ela fez comigo. Minha mãe pacientemente ouvia tudo, enquanto olhava com uma cara de desaprovação pra Michele. Quando eu falei: “E daí ela subiu em cima de mim e começou a pular…” minha mãe disse: Tá filho, vai pegar uma toalha pra tomar banho.

Ela levantou calmamente, pegou a Michele pelo braço, foi até a porta do apartamento, abriu, jogou ela pra rua e começou a gritar.Minha mãe desceu o corredor do prédio até a escada xingando a ninfomaníaca de tudo quanto é palavrão. Só não deu umas porradas porque eu acho que ela apanharia, ou não.

Depois do acontecido, eu nunca mais ouvi falar na Michele e, na outra semana, minha mãe contratou uma babá nova, a Ruth *-*.
A Ruth era uma senhora que já beirava os 35 anos de idade, peso acima do normal e era um amor de pessoa. Melhor babá que eu tive depois da minha bisavó Cecília.

Sim, eu lembro de tudo isso. Sim, minha mãe confirmou a história anos mais tarde quando a questionei sobre o assunto, pois estava confundindo se havia sonhado com isso. Sim, até meu irmão confirmou a história.

E eras isso. Riam de mim, eu fui praticamente “estuprado” pela minha babá.

“AAAah, Michele, nunca mais te esquecerei”